A ética e a integridade nas crises

Esta está a ser muito proveitosa para alguns. Enquanto que os lucros da e outras grandes multinacionais se mantém em níveis aceitáveis — quando não aumentam — prosseguem os prémios e ordenados escandalosos de gestores de topo e gestores semi-públicos e os bailouts à custa do dinheiro dos contribuintes não mostram sinais de estarem a ser recuperados — antes pelo contrário — enquanto os impostos e a inflação real aumentam.

Agora vem o patronato português mais uma vez à carga — desta feita a reboque dos exemplos que lhe convém — “sugerindo”, novamente e com renovado vigor, que as contratações e despedimentos deviam ser liberalizados, que os ordenados deviam ser reduzidos e que as indemnizações por despedimento deviam também ser reduzidas de trinta para vinte dias.

E porque não recuarmos ao início da Revolução Industrial?
Ou até aos medievos da ?

Qualquer dia pedem-nos que aceitemos a pura e dura!
A verdadeira, que a nossa situação já é quase semelhante à da fotografia acima em que os escravos eram libertos mas na verdade não gozavam essa Liberdade.

Esta crise foi criada pela e pela cobiça e não se vêm medidas nenhumas para acabar com as mesmas. Nada mudou nas mentalidades reinantes.

É preciso urgentemente implementar uma e sérias na gestão do se se quer realmente evitar a crise social, o caos e a popular.

About the author

Lopo Lencastre de Almeida Entrepreneur. Project Manager, Web Strategist and Application Developer. Particularly interested in client / server systems and design of relational databases, Usability, UX and Accessibility, Security, Authentication and authorization in distributed software development. Always keen to be part of interesting projects, particularly in the spirit of FLOSS. Also interested in governance, ethics and transparency.

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Note: this article was last updated in June 16th, 2010

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